Começa a Bienal de Berlim e há nove participantes brasileiros

Começou a 11ª Bienal de Berlim, que havia sido adiada por causa da pandemia de Covid-19. Atendendo às expectativas, a lista de artistas participantes foi divulgada e destaca-se a presença de latino-americanos, incluindo nove brasileiros. O evento acontece entre 5 de setembro e 1 de novembro.

O painel conta com uma grande representatividade indígena e LGBTQIA+, além da inusitada presença de companhias de teatro. O grupo brasileiro mescla nomes novos com outros já consagrados no círculo artístico, são eles: Aline Baiana, Castiel Vitorino Brasileiro, Flávio de Carvalho, Pedro Moraleida Bernardes; Marcelo Moreschi, Virginia Borges, Gil DuOdé.

Além disso, também participarão Virginia de Medeiros e Léo Corrêa. Eles estarão ao lado de obras do Museu de Imagens do Inconsciente e o Museu de Arte Osório Cesar, duas renomadas instituições psiquiátricas do Brasil.

 

Começa a Bienal de Berlim e há nove participantes brasileiros
Obra de Castiel Vitorino Brasileiro

 

A Bienal de Berlim contará com Mariela Scafati, Sheroanawe Hakihiiwe e Bartolina Xixa representando a Argentina, enquanto Sandra Gamarra e Andrés Pereira Paz serão os artistas peruanos.

Os chilenos Cecília Vicuña, Paula Baeza Pailamilla, Francisco Copello, Colectivo de Serigrafía Instantánea e Óscar Morales Martínez também são destaque na mostra, além do colombiano Carlos Motta. Edgar Calel e Antonio Pichillá ficarão responsáveis pela obra guatemalteca.

Lembrando que segundo comunicado oficial, a 11ª Bienal de Berlim abordará ‘modos de articular solidariedade, vulnerabilidade e resistência; as contribuições aumentam para materializar a complicada beleza da vida em meio aos tempos turbulentos em que vivemos’.

 

Começa a Bienal de Berlim e há nove participantes brasileiros
Małgorzata Mirga

Confira a lista completa de participantes em ordem alfabética:

Shuvinai Ashoona, Marwa Arsanios, Noor Abuarafeh, Pacita Abad, Deanna Bowen, Virginia Borges, Gil DuOdé, Virginia de Medeiros, Aline Baiana, Paula Baeza Pailamilla, Felix Brüggemann, Francisco Copello, Colectivo de Serigrafía Instantánea, Sara Sejin Chang (Sara van der Heide), Edgar Calel (em colaboração com Fernando Pereira dos Santos), Cansu Çakar, Léo Corrêa, Flávio de Carvalho (em colaboração com Raymond Frajmund), Zehra Doğan, Cian Dayrit, Kiri Dalena, Die Remise, El Palomar, FCNN – Feminist Collective With No Name (Dina El Kaisy Friemuth/Anita Beikpour) com Neda Sanai, Brenda V. Fajardo, Feminist Health Care Research Group (Inga Zimprich/Julia Bonn), Andrés Fernández, Pélagie Gbaguidi, Sandra Gamarra Heshiki, Galli, Grupo Experimental de Cine, Eiko Grimberg, Mauricio Gatti, Till Gathmann, Francisco Huichaqueo, Emma Howes e Justin Kennedy em colaboração com Balz Isler, Sheroanawe Hakihiiwe, Käthe Kollwitz, Âlut Kangermio, Delaine Le Bas, La rara troupe, Museu de Imagens do Inconsciente, Museu de Arte Osório Cesar, Museo de la Solidaridad Salvador Allende (MSSA), Carlos Motta, Óscar Morales Martínez, Pedro Moraleida Bernardes, Małgorzata Mirga-Tas, Dana Michel e Tracy Maurice, Meyer-Grohbrügge, Christine Meisner, Dorine Mokha, Marcelo Moreschi, Mapa Teatro – Laboratorio de Artistas, Antonio Pichillá, Andrés Pereira Paz, Florencia Rodriguez Giles, Naomi Rincón Gallardo, Mirja Reuter and Florian Gass, Solvognen (The Sun Chariot) Theater Group, Mariela Scafati, Aykan Safoğlu, Elena Tejada-Herrera, The Black Mamba – Natasha Mendonca & Suman Sridhar, Teatro da Vertigem, Young-jun Tak, Teo, Castiel Vitorino Brasileiro, Azucena Vieites, Sinthujan Varatharajah, Cecilia Vicuña, Bartolina Xixa, Osías Yanov e Sirenes Errantes, Katarina Zdjelar.

 

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Naomi Rincón Gallardo

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